8.10.20

Lily is Emily


Lily Collins, um breve currículo : filha do cantor Phil Collins, fã de Audrey Hepburn, colecionadora de  moda vintage, protagonista do controverso Tolkien, Fantine em Les Miserables, Branca de Neve com uma madrasta linda como Julia Roberts, escritora de Unfiltered, No Shame No Regrets Just Me, amante de dança, e música, compositora em Rules Don't Apply, atriz de The Last Tycoon com Matt Bommer, uma fashionista que quer destronar Carrie Bradshaw em Emily in Paris, agora noiva de Charlie Mc Dowell, 




 Uma americana em Paris, usando Christian Siriano/ O closet high-low de Emily é mundialmente agora o mais desejado (e talvez injustamente criticado, já que estamos em uma série Netflix, além do mais em um ano confinado em termos de sonhos, privados de fantasias, croissants e cafés :) / à la française : Chanel, Louboutin, Dior, Gaultier, Vauthier, Stephane Rolland / Mas há opções menos doloridas como Ganni, Sandro, Kate Spade, Alice and Olivia, Rag and Bone, Redone! A figurinista Patricia Field em dez capítulos inebriantes consegue reunir uma fonte exuberante de objetos-desejo, acessórios graciosos como berets, ode às minisaias, botas coloridas, tulle versus vinyl, manteaux com imagens impressas de Mona Lisa, vestidos com palavras, echarpes de pescoço, tudo com a insouciance de uma expert em moda para shows de televisão , não há quem escape dessas válvulas mais do que libertadoras , e que não queira sentar de amarelo em um jardim com sua best friend, trabalhar em um ambiente glam que não seja home office, comer em bistrôs e paquerar para transar, correr ver o Lago dos Cisnes com uma tiara, scarpins e mini bag, para além de Field, o filme mostra que não está nem aí para likes ou dislikes dos looks, já que o sucesso estrondoso do trash é chic, só falta Fred Astaire aparecer para dançar com nossa nova Funny Face, Lily, Emily




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