7.6.13

Paradis sur terre



Michelangelo Pistoletto é o primeiro artista a fazer uma intervenção na pirâmide do Louvre. Não dá para descrever esse dia solar em Paris, onde a pirâmide mais enigmática do mundo abriga um símbolo quase político: Année 1, le Paradis sur Terre. Uma nova era, três aneis que me pareceram bem lacanianos! Um díalogo entra obras do passado como a Vênus de Milo e intervenções do artista fazem da arte contemporânea mais do que um questionamento, um desdobramento do código da Vinci





são 17 intervenções que o público vai descobrindo em 3 salas, a de esculturas greco-romanas,  a de pinturas italianas, e a do Louvre medieval. Arte povera, dípticos, cubos, lixo, vortex, espelhos, enfim performances que o italiano Pistoletto deixou como pistolettas( digo pistas, hehehhe:). E se ele se chama Michelangelo também, é porque é um gênio de ironia e de captação, um mestre de diversão, que viu um terceiro paraíso futurístico em um lugar que abriga raridades do passado. E questiona o olhar do turista. Hoje um grande político estava lá, não sei o seu nome, mas estava cercado por seguranças, e conversava com o pessoal do Louvre, que mais do que nunca, consegue ser o polo carismático de todos que passam por Paris















até 12 de setembro. Imperdível. HD
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