19.11.12

The editor´s eye




Recentemente lançado, esse livro mostra o que provocou e chamou a atenção de 8 super editoras da revista Vogue de 120 anos para cá. Imagens que evocam desejo, seja um batom, um brinco, um vestido. Edna Woolman Chase foi  a pioneira. Babs Simpson,  colaborou com Irving Penn. Diana Vreeland  chegou em 1962 e balançou opiniões colocando Barbra Streisand e Cher como stars.  Jade Hobson,  sacralizou Patti Hansen.
Carlyne Chef  trabalhou com Demarchelier e Steven Meisel. E mais recentemente, Grace Coddington, Camilla Nickelson e Tonne Goodman contribuem para fazer da Vogue uma das revistas mais respeitadas no mundo .
O que está por trás dos bastidores de uma revista de moda, os dramas, as decepções , as escolhas, as dores de cabeça, os detalhes, enfim, O QUE mostrar, that´s the question. Revistas, queridos amigos, ainda são grande in formadoras de opinião.
                                                             
                                                                         

Destaco aqui um artigo de uma revista concorrente da Vogue, a Elle, excelente também. O artigo da edição brasileira novembro de 2012 foi escrito por uma excelente colaboradora da Elle, Renata Piza. Alguns trechos:
 Vira e mexe, a moda dos anos 80 voltam. Eis que além dos fluos, formas grandes e bijoux maiores ainda, a década do exagero volta também no jeito de encarar a moda: as logomarcas saíram do armário pra tomar conta das ruas, quanto mais evidente, melhor. Nos anos 90, o minimalismo deu o tom e a discrição voltou . Agora em 2012, volta o exagero das it-bags, como a Birkin,a  Speedy, a Smile, e outras com nomes pedigrees e que custam  em alguns casos pequenas fortunas. Entrando em blogs vemos os looks do dia das meninas que adoram contar que seu sapato é Louboutin ou Valentino. Para quem trabalha com moda, esse excesso  paradoxalmente, desperta cansaço...
O que vale é contar para a amiga que está usando esmalte Chanel, e não o prazer de estar usando esse esmalte. Esmaltes grifados se tornaram novos objetos de desejo, mesmo quando as cores estão em disposição em marcas muito mais baratas. 
Virar garota propaganda de labels com o único objetivo de ostentar não é cool. É brega. A overdose de etiquetas não mostra coeficiente fashion, e ainda corre o risco de ver alguém vestida da mesma maneira, como se fosse integrante de uma torcida uniformizada.
Demonstra para quem está acostumada com a coisa (vide as francesas, que convivem com a moda desde Luis 14), a humana, demasiadamente humana insegurança que paira sobre nós, especialmente na adolescência. Está na hora de crescer.

                                                              lindo artigo. Adorei, só tenho uma reflexão  a fazer, queridos leitores que me seguem aqui no Blog da Heddy: as revistas de moda têm um grande coeficiente de nos impulsionar para as compras, e muitas vezes só vemos artigos(no sentido de produtos:) muito caros em modelos muito magras. Todas as revistas de moda em geral, estão muito voltadas para propaganda e tendem a mostrar as it-bags por exemplo, como aquilo que mais desejamos. Faltam mais artigos para mostrar que há muito mais além disso para tornar uma mulher feliz. Um bom livro, uma boa dica de arte, e uma dose de psicanálise da vida. Muitas vezes leio revistas de moda antes de dormir, para relaxar. Mas são artigos como esse de Renata Piza, que me fazem acreditar que ainda há esperança de eu não ser simplesmente Elle, ou seja, ela, aquela que só quer estar em vogue ou ser feliz em bazars !

                                                        LOVE, HD       
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